quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Um estudo sobre emoções (fúteis).

Duvido que alguém aqui não esteja acompanhando ao menos uma novela da Globo. Eu mesma estou acompanhando três. Cordel Encantado, Morde & Assopra e Insensato Coração. Alias, Insensato Coração anda sendo a sensação do momento. A cereja em cima da banana-split, o último pedaço de pizza de calabresa. É a última semana, óbvio que teria tudo o que não teve de audiência durante o enredo todo na última semana. A novela começou beeeeeeeem fraquinha, convenhamos. Mas, foi ganhando forças. É verdade, não dá pra negar. E aos poucos foi levando todo - ou grande parte dele - pra dentro da história. Hoje é quarta-feira, dia 17/08/2011, 21:24h. E eu estou escrevendo e acompanhando a novela.
De qualquer forma, não é esse o caso. O caso é que, mesmo sem ter acompanhado a novela por falta de corpo físico para isso, Insensato me lembra Vale-Tudo. Afinal, quem é que nunca ouviu: Quem matou Odete Roitman. A grande vilã de Vale-Tudo assassinada durante a novela. Ambas as novelas tem um diretor e um escritor em comum: Denis Carvalho e Gilberto Braga, respectivamente.
Até o final da semana, essa dupla dinâmica promete prender cada vez mais o telespectador na tela, e dando vários, vários, vários palpites sobre tudo. O dia-a-dia das pessoas arruma uma brecha na rotina corrida para discutir sobre isso. Duvida? Acesse o twitter durante a tarde. O assunto gira em torno da novela. É fato.
A futilidade contida dentro desse tipo de passatempo é de níveis astronômicos. As pessoas mudam a rotina, os horários, para poderem acompanhar a novela e descobrirem o destino final de Léo, quem matou Norma, o que vai acontecer com cada um dos personagens.
Sim, admito: eu gosto desse tipo de baboseira de marketing vendida pela maior rede de televisão brasileira. E há sim uma certa carência de produções que prendam o telespectador. Assim como falta esse tipo de ''ideia'' na música, literatura, nos seriados. Afinal, estamos sem grandes nomes de cada um desses gêneros. Mas isso é assunto para outro ex-tudo.

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