quinta-feira, 24 de maio de 2012

O crime e o respeito.

A violência na cidade de São Paulo, não é segredo para absolutamente ninguém, tem crescido absurdamente nos últimos anos. Tudo bem, agora você me diz que a de Curitiba cresceu mais que a da capital paulistana, e eu simplesmente relevo teu argumento. Hoje, descobri um crime ocorrido no fim de semana, no Ipiranga, na zona sul de São Paulo. Mas não é um crime como outro qualquer. Acontecido no dia 18, desse mês, um idoso de 67 anos foi assassinado na frente de um prédio, na rua Labatut. Eram dois homens, e o senhor foi exterminado na frente da família, testemunhas, pessoas comuns e desse segundo homem. A mídia, não veicula esse tipo de informação sobre o crime, o que é errado. O que é completamente errado. Tão errado, que chega ao ponto de uma futura estudante de jornalismo, criticar isso.  Eu, infelizmente nesse momento, conheço o segundo homem, então posso afirmar com toda a certeza o que é ou não verdade nessa notícia.
A maior verdade sobre todo o rumo que essa situação tomou é: a vida, há muito tempo já é banalizada, mas hoje em dia está ainda mais. Juntamente com a crueldade, a vontade de ter algo material ultrapassou todo tipo de valor. Um grande jornal de São Paulo, que eu respeito e admiro, veicula a informação de que o assalto, seguido de homicídio doloso (quando há a intenção de matar), foi apenas por causa de um carro de luxo. Amor, paz, respeito e todas essas coisas, todos sabemos que já caíram num nível extremamente ridículo de banalização. Mas e o estudo, trabalho, e todo o sacrifício diário de pessoas de bem? Onde fica nessa história toda? O Brasil tapa os olhos para violência, da mesma maneira que tapa para educação pública, saúde, transporte e tantas outras coisas que deviam ser pagas com a quantidade absurda de impostos que todos pagamos. Sim, todos. Até mesmo eu, do alto de meus dezesseis anos, já pago impostos para esse governo. A preocupação do povo brasileiro não está focada em bem estar, saúde, proteção, segurança, nem nenhuma coisa assim. Afinal, vivemos no país do futebol e do carnaval. Com todos os problemas, ainda mantemos um sorriso no rosto, certo? Eu me nego a apoiar essa ideia ridícula de que com um sorriso, as coisas se resolveriam rapidamente, sem traumas. Se um sorriso curasse, a quadrilha que assassinou o senhor estaria presa, e não foragida sem ter deixado pistas. O outro homem, não estaria acuado em casa, à base de calmantes tarja preta, se culpando por uma morte que não fui culpa dele. Foi culpa da ignorância do povo brasileiro e da preguiça de querer melhorar. E agora? Bem, agora, é sorrir e esperar que as coisas passem. Afinal, é isso o que o brasileiro sabe fazer melhor: relevar.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Um estudo sobre futilidades e a vontade impossível de crescer na vida sem ser punido.

Não é de hoje que existem pessoas com ambições materiais maiores do que as que realmente cabem em seus respectivos bolsos. Nomes e exemplos à parte, manterei minha integridade sobre isso e a minha neutralidade nesse post, ou tentarei. Do alto do meu conhecimento de pouco mais de uma década, só encontrei um tipo de pessoa que se enquadra nessa categoria e que consegue ser mais desprezível que a primeira: a pessoa arrogante.
O mundo e a sociedade moderna tratam o indivíduo como uma fonte infinita de vontades e direitos de consumir tudo e todos de todas as formas possíveis, desde que a mídia consiga empurrar seus produtos e manias garganta à baixo de pessoas com mentalidade fraca.
Meu círculo de amizades é seleto e escolhido a dedo, não vejo grandes variações nos padrões pessoais, sociais e financeiros dentre meus amigos. Vez ou outra surge alguém com um padrão menor do que o permitido pelo ambiente em que vive. Pessoas assim, não abrem espaços interessantes e proveitosos na sociedade. Talvez, o problema não esteja na parte financeira de pessoas como essas. Mas sim na parte que é deficiente de modéstia e bom senso para conhecer e desbravar apenas o ambiente ao qual pertence. Admito que talvez minha visão seja um tanto quanto preconceituosa, e que talvez eu esteja errada. Mas julguem da maneira que bem entenderem, escrevo aqui exatamente com o propósito de divulgar minhas opiniões e não de dar importância para o que pensam sobre as mesmas. Mas, de qualquer forma, admito que as pessoas devem possuir ambição e vontade de melhorar de vida. Mas até que ponto isso é aceitável? Às vezes, o meio que te cerca, por mais rico e fino que seja, dá mais importância para o que você guarda dentro da essência do que para o celular que está em suas mãos ou o tênis que você calça.
A sociedade em que vivemos é hipócrita o suficiente para nos empurrar produtos dos mais variados gêneros, piadas de mal gosto e outras coisas de péssima qualidade e depois se achar no direito de julgar por alguma outra atitude impensada ou calculada dos seus fiéis compradores. Um ótimo exemplo da hipocrisia brasileira é o que anda acontecendo com Rafinha Bastos, e acho uma enorme falta de consideração com todo o trabalho que ele comanda por trás do programa de jornalismo ''A Liga'' da TV Bandeirantes. Ok, ''ele se contradiz. No CQC diz uma coisa, e no ''A Liga'' outra.'' Ok. Certo. Você também se contradiz e diz coisas com um grau de gravidade muito maior que o dele e não há empresário algum ou advogado algum querendo te colocar na cadeia e tirar R$100.000,000 do seu bolso. O povo brasileiro tem que aprender a ser isento de alguns comentários antes de criticar alguém da mídia. Ele é de mídia, deveria ter tomado cuidado, admito e aceito isso. Mas tantas outras pessoas mais influentes do que ele já disseram coisas muito mais nojentas e nenhuma delas sofreu o que Rafinha Bastos está sofrendo hoje.
Já disse e ouso repetir: o povo brasileiro é hipócrita, sujo e falso. Critica tudo e todos, mas assim que alguém aparece com comentários ácidos porém verdadeiros, já quer colocar no canto, de castigo. Como se dissesse ''você é verdadeiro demais, estragou a brincadeira. Já pro cantinho da vergonha.''. Punição social, sociologia básica. Qualquer um daqueles políticos - exceto o vergonhoso ''Tiririca'', deputado mais eleito de 2010 - tem uma noção mais do que básica disso. E ainda assim, se mantêm nesse jogo sujo.
Qual é a brincadeira, Brasil?  Vocês vão esconder a sujeira embaixo do tapete e das suas máscaras perfeitamente nojentas até quando?

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Um estudo sobre emoções (fúteis).

Duvido que alguém aqui não esteja acompanhando ao menos uma novela da Globo. Eu mesma estou acompanhando três. Cordel Encantado, Morde & Assopra e Insensato Coração. Alias, Insensato Coração anda sendo a sensação do momento. A cereja em cima da banana-split, o último pedaço de pizza de calabresa. É a última semana, óbvio que teria tudo o que não teve de audiência durante o enredo todo na última semana. A novela começou beeeeeeeem fraquinha, convenhamos. Mas, foi ganhando forças. É verdade, não dá pra negar. E aos poucos foi levando todo - ou grande parte dele - pra dentro da história. Hoje é quarta-feira, dia 17/08/2011, 21:24h. E eu estou escrevendo e acompanhando a novela.
De qualquer forma, não é esse o caso. O caso é que, mesmo sem ter acompanhado a novela por falta de corpo físico para isso, Insensato me lembra Vale-Tudo. Afinal, quem é que nunca ouviu: Quem matou Odete Roitman. A grande vilã de Vale-Tudo assassinada durante a novela. Ambas as novelas tem um diretor e um escritor em comum: Denis Carvalho e Gilberto Braga, respectivamente.
Até o final da semana, essa dupla dinâmica promete prender cada vez mais o telespectador na tela, e dando vários, vários, vários palpites sobre tudo. O dia-a-dia das pessoas arruma uma brecha na rotina corrida para discutir sobre isso. Duvida? Acesse o twitter durante a tarde. O assunto gira em torno da novela. É fato.
A futilidade contida dentro desse tipo de passatempo é de níveis astronômicos. As pessoas mudam a rotina, os horários, para poderem acompanhar a novela e descobrirem o destino final de Léo, quem matou Norma, o que vai acontecer com cada um dos personagens.
Sim, admito: eu gosto desse tipo de baboseira de marketing vendida pela maior rede de televisão brasileira. E há sim uma certa carência de produções que prendam o telespectador. Assim como falta esse tipo de ''ideia'' na música, literatura, nos seriados. Afinal, estamos sem grandes nomes de cada um desses gêneros. Mas isso é assunto para outro ex-tudo.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Um estudo sobre a (falsa) perfeição.

Selena Gomez; Miley Cyrus; Miley Cyrus; Juliana Paes; Gisele Bündchen; Letícia Birkheuer; Kim Kardashian.
Frases: 1. Samara Felippo; 2. Ellen Rocche; 3. Luciele Di Camargo.
Eu digo sempre que o ser humano é o bicho mais burro que já colocou os pés na Terra. Além de ter um dom ridículo de querer destruir tudo o que está em sua volta, querer ter todo o poder, dinheiro, e domínio do mundo em suas mãos, ainda quer criar padrões de perfeição. Padrões ridículos, ouso dizer.
Atualmente, o padrão de beleza moderno feminino, é um corpo magro; coxas avantajadas, mas não demais; cintura definida; barriga lisinha. E, se possível - impossível, convenhamos - sem nenhum rastro de celulite nem estrias.
A verdade é que, quando esse padrão de beleza é levado a sério, a pessoa corre muitos riscos. Para alcançar esse padrão de beleza ridículo, a pessoa - lembrem-se: estamos falando das mulheres aqui. Ok? - acaba se submetendo a sérios riscos, caindo nas garras de transtornos alimentares como bulimia e anorexia
Mas, prosseguindo. Tópico central: perfeição. Sub- tópico central: celulite.
Gente, na boa. Porque as nós  pessoas encanam tanto com celulite? Vou deixar minha opinião sobre isso, quieta. Ou tentar. Celulite no mundo feminino, é a coisa mais normal do mundo. E como dá para ver nessa ''imagem'' aí em cima, muitas, muitas, muitas - para não falar todas - famosas e divas do mundo masculino, tem sim celulite. Isso só prova ainda mais o quão ridículo é o pensamento daquele tipo de menino que só quer ''garotinhas perfeitas''. Os homens devem achar que celulite é um bicho que vai devorando as entranhas das mulheres e de todos os homens que se envolverem com elas. 
Realmente não entendo porque de tanto preconceito dos representantes do sexo masculino para com celulites, estrias e etc. Como já disse, e tantas outras também, celulite faz parte da mulher. É uma coisa que toda mulher tem. E ter ou não ter celulites, não fará a mulher ser menos mulher do que seria.
E como diria Rita Cadillac ''Celulites não são apenas celulites, elas querem dizer... "Eu sou gostosa." Só que em braile!'

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Um estudo sobre Renato Russo.

Renato Russo que de Russo não tem nada. Renato Manfredini Jr. Bissexual, ex integrante da banda Aborto Elétrico - punk -, nascido carioca, brasiliense de coração.
É inegável que Renato Russo era um gênio compreendido por grande parte do Brasil. Um gênio que se deu lugar na capital do país, a tal Brasília que seria citada de uma forma incrivelmente impressionante com níveis de acidez extremamente pensados em ''Que país é esse?'', lançada em 1987.
Ao longo de sua carreira de gênio, Renato conseguiu uma posição de destaque que poucos músicos conseguiram. Juntamente com destaque, respeito, admiração e tantas outras coisas. Na maioria das vezes, boas.
Renato Manfredini Jr, era uma criança ''tímida, afetuosa e tranquila''. Ou segundo o próprio Renato quando lhe perguntaram sobre como ele tinha sido quando criança ''Eu aproveitava os dias de chuva.''. Morando por quase três anos em Forest Hills, Queens, Nova York, EUA, Renato foi introduzido a cultura e a língua inglesa dos seis aos nove anos de idade. Quando voltou ao Brasil, permaneceu mais algum tempo na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na casa de seu tio. Aos 13/14 anos a Família Manfredini se mudou para Brasília, e foi lá que Renato se tornou o ícone que todos conhecem.
De família de classe média, com paixão pelo cinema, pela música e escrita, estudando em colégio renomado, e dono de uma mente brilhante, foi ali que ''nosso pequeno diamante'' começou a ser lapidado para se tornar quem sabe o maior gênio da música brasileira.
Durante anos, Renato transmitiu inúmeros sentimentos, emoções, revoltas e tantas outras coisas por meio de suas músicas. Algumas vezes, sentimentos que o próprio não conhecia. Como é o caso de ''Faroeste Caboclo'', que narra a história de João de Santo Cristo, traficante do Nordeste, que se muda pra Brasília, se apaixona por Maria Lúcia e morre assassinado por outro traficante.
Em 1982, surgiu Legião Urbana. De longe, a banda de rock que mais seria lembrada no Brasil. A banda surgiu de um grupo denominado Turma da Colina. Formado por jovens da classe média de Brasília, com um certo gosto pelo punk, cultos e formados - ou estudando - em bons colégios, com uma grande carreira cultural.... Legião Urbana nasceu no meio de jovens assim. Dessa tal Turma da Colina, vieram dois integrantes do Legião: Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos. O trio mudaria a história do rock brasileiro, e de milhares de fãs, por muitos anos.
Renato chegou a fundar uma banda fictícia antes do Legião. Era um período pós uma cirurgia que ele precisou fazer aos 15 anos, vítima de epifisiólise. A banda fundada por Renato, e ele mesmo, chamava-se The 42nd Street Band, um esboço de sua carreira como músico.
Renato, que hoje teria 51 anos, morreu na madrugada do dia 11/10/1996 em seu apartamento em Ipanema.

domingo, 24 de julho de 2011

Cerejas. Cerejas são frutinhas vermelhas que colocam em cima dos bolos, principalmente de chocolate. Certo? 
Não, errado.  ''As cerejas são frutos pequenos e arredondados que podem apresentar várias cores, sendo o vermelho a mais comum entre as variedades comestíveis.''. Mas, eu gosto de chamá-las de 8ª maravilha do mundo.
Segundo meu livro de simbologia, ''Um emblema samurai no Japão, a fruta é símbolo da virgindade na China, e sua flor é altamente auspiciosa. Na iconografia cristã, a fruta é uma alternativa para a maçã como fruta do paraíso.''. Basicamente, cereja envolve muita simbologia. E ao contrário do que os pervertidos de plantão pensam, a cereja não é um símbolo erótico. Então, tratem de tirá-la de letreiros de motel. 
De qualquer forma, lá vou eu fugindo do ponto central, como sempre. Vamos lá. Na minha concepção, existe um mundo inteiro escondido debaixo daquela casca vermelha macia, e tão saborosa. Cada cultura, cada religião tem uma interpretação para cerejas. E em alguns casos, até mesmo para as cerejeiras.
Continuando ainda na simbologia samurai para cerejas, cerejeiras e cerejadas, aqui vamos: O fruto - cereja, der - é associado a sensualidade. E não ao erotismo como alguns pensam por aí. Essa relação acontece por causa da cor vermelha intenso, fruto maduro de sabor suculento. Comparado por culturas ao primeiro amor.
Todo esse misticismo sobre cerejas não para por aí. Ainda na cultura oriental, existe também locais - Índia - que consideram a flor da cerejeira  sagrada. 
A tatuagem de cereja em qualquer parte do corpo, é um ''sinal'' de castidade feminina, e amadurecimento da frutinha vermelha, que, quando arrancada, significa a perda da inocência. Quando a cereja tem aquela famosa mordidinha - de novo, erotismo - é sinal da falta de inocência e de ''virtude''. Em chamas, significa desejo, paixão e luxúria. Insaciáveis, por acaso. 
De qualquer forma, sou totalmente fascinada por esses frutinhos vermelhos, típicos de regiões com invernos rigorosos e grandes temporadas de chuva.

sábado, 23 de julho de 2011

Um estudo sobre 27 anos.

27 anos deve ser algum tipo de idade amaldiçoada para músicos de sucesso. Não sei, é uma teoria. Talvez, sem nexo algum. Mas não dá para negar que ao olhar a lista abaixo, nota-se sim algo sinistro com essa idade de duas décadas e sete unidades.
Amy Winehouse 14/09/1983 - 23/07/2011
Janis Joplin 19/01/1943 - 04/10/1970
James ''Jim'' Morrison 08/12/1943 - 03/07/1971
Jimi Hendrix 27/11/1942 - 18/09/1970
Kurt Cobain 20/02/1967 - 05/04/1994
Robert Johnson 08/05/1911 - 16/08/1938
Brian Jones 28/02/1942 - 03/07/1969
Pete de Freitas 02/08/1961 - 14/07/1989
É, estranho.Esses são alguns listados, existem - muitos - outros.
Mas o caso é, o que leva pessoas com grande talento musical - nesse caso - a morrerem por diversas razões aos 27 anos? 
Hendrix não tem nenhuma causa da morte concreta até hoje, 40 anos depois. Acontece o mesmo com Morrison. Ideias e teorias não faltam. Alguns, falam até mesmo em assassinato planejado por autoridades do governo americano - no caso de Morrison-, mas, como sempre, nada comprovado.
A lista dos que tem a ''causa mortis'' desconhecida é um tanto quanto grandinha, nesse caso, já que listei só oito músicos que encerraram suas vidas com 27 anos. 
Além de Jimi Hendrix, James ''Jim'' Morrison, também ficam nessa categoria Brian Jones - existem especulações sobre ele ter sido assassinado, podem parar de criticar - e, claro, Amy Winehouse, que ainda não teve a causa da morte divulgada.
A infeliz coincidência entre todos eles, é a forte presença de drogas e álcool em suas vidas. E como se não bastasse, a mídia sensacionalista e tablóides fazem sua parte como ninguém: pressionam, procuram, e divulgam tudo o que conseguem sobre a vida de pessoas como estas. Muitas vezes, aumentam a história a níveis caóticos, deixando todos abismados.
Uma grande vítima de tablóides e sensacionalismo é Michael Jackson. A mídia nunca se cansou de divulgar tudo o que podia - e o que não podia - sobre ele. Não gostava de Michael, assumo isso aos quatro cantos, e grito para quem quiser ouvir. Mas acho totalmente errado o que a mídia fez com ele, e fez, faz e fará com tantos outros artistas brilhantes.
Isto, dito por uma aspirante a jornalista e exagerada de carteirinha. Mas, acho, só acho, que se talvez, a mídia parasse, ou diminuísse a quantidade de drama imposto em suas reportagens, as coisas seriam melhores. 
E quem sabe, ainda teríamos gênios não só da música, mas de outros tantos ramos ainda presentes entre nós?
Sei lá, só uma ideia.